O bloqueio de nervo periférico é a aplicação de anestésico, isolado ou associado a outras medicações, ao redor de um nervo específico, guiada por ultrassom. No ombro, o alvo mais frequente é o nervo supraescapular, responsável por grande parte da sensibilidade da articulação. O bloqueio interrompe temporariamente a transmissão da dor e serve para aliviar dor intensa que não responde a analgésicos, permitir o início da reabilitação e, em casos selecionados, ajudar no controle de dor crônica. É um procedimento seguro quando feito com guia de imagem por profissional habilitado, mas tem efeito temporário e não trata a causa da lesão. No consultório do Dr. Guilherme Alarcon, na Vila Gertrudes, São Paulo, o bloqueio é realizado pelo próprio médico durante a consulta.
O que é o bloqueio de nervo periférico
O bloqueio de nervo periférico consiste em depositar anestésico local ao redor de um nervo específico, interrompendo de forma temporária a transmissão dos sinais de dor que passam por ele. No ombro, o nervo mais utilizado como alvo é o supraescapular, que carrega grande parte da sensibilidade da articulação glenoumeral e da região posterior do ombro. Quando guiado por ultrassom, o médico enxerga a ponta da agulha e o nervo em tempo real, o que aumenta a precisão e a segurança.
Para que serve
| Objetivo | Situação típica |
|---|---|
| Alívio de dor intensa que não responde a analgésicos | Permite iniciar a reabilitação em quadros como capsulite adesiva muito dolorosa e pós-operatório do ombro |
| Controle de dor crônica em casos selecionados | Como parte de um plano de tratamento mais amplo, não como medida isolada |
| Diagnóstico diferencial | Quando a melhora significativa da dor após o bloqueio confirma a origem do sintoma naquela região |
| Redução do consumo de analgésicos e anti-inflamatórios | Pacientes que não toleram bem esses medicamentos |
Como é o procedimento no consultório
O bloqueio é feito durante a consulta, com o paciente sentado ou deitado. A pele é higienizada, e sob visualização contínua do ultrassom o anestésico é depositado ao redor do nervo alvo. O procedimento leva poucos minutos. É comum sentir o braço mais dormente e um pouco mais fraco nas horas seguintes, efeito esperado que passa com o fim do anestésico. Orienta-se cuidado com o braço enquanto durar a dormência, e a fisioterapia é mantida ou iniciada conforme o plano.
Dor forte no ombro que não cede com remédio? Agende uma avaliação sobre bloqueio guiado por ultrassom em São Paulo.
Agendar pelo WhatsAppInvestigação clínica antes do bloqueio
- Diagnóstico definido: exame físico e imagem que expliquem a dor, para escolher o nervo alvo correto.
- Histórico de dor: intensidade, impacto no sono e na reabilitação, resposta a analgésicos e a procedimentos anteriores.
- Doenças associadas: diabetes, distúrbios de coagulação e infecção de pele na região da punção, que podem contraindicar temporariamente o procedimento.
- Uso de anticoagulantes: avaliação do risco de sangramento e ajuste conforme o caso.
- Saúde mental e sono: a dor intensa e persistente costuma vir acompanhada de privação de sono e de ansiedade, e o bloqueio pode fazer parte de uma abordagem que trate também esses componentes.
- Objetivo do paciente: alívio para reabilitar, controle de dor pontual ou preparo para um procedimento.
Riscos e limitações
Os riscos são baixos com o guia de ultrassom, mas podem ocorrer dor no local da punção, dormência e fraqueza transitórias do braço, e, de forma rara, lesão do nervo, reação ao anestésico e infecção. O efeito é temporário e não corrige a causa da lesão. Em rupturas do manguito com indicação cirúrgica, o bloqueio não substitui a cirurgia. Repetir bloqueios sem uma estratégia clara de reabilitação apenas adia o tratamento definitivo.
Quando procurar o Dr. Guilherme Alarcon
Agende uma avaliação se você tem dor intensa no ombro que não melhora com analgésicos, se está em reabilitação e a dor impede o avanço, ou se busca entender se o bloqueio de nervo é indicado no seu caso. O consultório fica na Vila Gertrudes, São Paulo, com ultrassonografia e procedimentos guiados realizados pelo próprio médico.
