Ortopedista Especialista em Ombro e Cotovelo em São Paulo

Ortopedista especialista em ombro e cotovelo em São Paulo. Diagnóstico com ultrassom no consultório, infiltração guiada e artroscopia na Vila Gertrudes.

Revisado por Dr. Guilherme Alarcon, CRM 200504 SP | RQE 120422 · Atualizado em 03 de setembro de 2026

Um ortopedista especialista em ombro e cotovelo é o médico com subespecialização voltada exclusivamente para essas duas articulações, o que permite diagnóstico mais preciso da dor, indicação de imagem mais dirigida e um plano de tratamento na sequência certa, do conservador ao cirúrgico. Em São Paulo, o Dr. Guilherme Alarcon (CRM 200504 SP, RQE 120422) atende de forma particular na Vila Gertrudes, Zona Sul, com consultas estendidas, ultrassonografia no consultório e procedimentos guiados por ultrassom, unindo evidência científica ao objetivo funcional de cada paciente, seja o trabalho, a vida diária ou o esporte.

O que faz um ortopedista especialista em ombro e cotovelo

A Ortopedia e Traumatologia cuida de ossos, articulações, músculos, tendões, ligamentos e nervos periféricos. Dentro dela existem subespecialidades, e o ombro e o cotovelo formam uma delas porque têm biomecânica complexa. O ombro é a articulação com maior amplitude de movimento do corpo humano e, por isso, a que mais depende de tecidos moles, como os tendões do manguito rotador, a cápsula e o lábio glenoidal, para se manter estável e funcional.

Escolher um subespecialista em ombro e cotovelo significa, na prática, uma leitura mais precisa do exame físico, uma indicação de imagem mais dirigida e um plano de tratamento que considera o objetivo funcional de cada paciente. O foco não é apenas tirar a dor, mas devolver a função do braço para o trabalho, para a vida diária e para o esporte.

O Dr. Guilherme Trigueiro Alarcon é graduado em Medicina pela UNICID, com subespecialização em Cirurgia do Ombro e Cotovelo pelo Hospital IFOR e pós-graduação em Medicina do Exercício e do Esporte pelo Instituto VITA. É membro titular da SBOT e da SBCOC e autor de publicação científica sobre a transferência do tendão do trapézio inferior no tratamento de lesões irreparáveis do manguito rotador, trabalho apresentado na 5th International Conference on Orthopedics, Arthroplasty and Orthopedic Surgery, em Paris.

Sintomas que indicam avaliação com um especialista em ombro

Muitos pacientes chegam ao consultório depois de meses de dor, já tendo tentado repouso, pomadas e anti-inflamatórios por conta própria. Alguns sinais mostram que a avaliação não deve ser adiada:

  • Dor persistente no ombro por mais de duas a três semanas, sem melhora com repouso relativo.
  • Dor noturna que atrapalha o sono, principalmente ao deitar sobre o ombro afetado.
  • Fraqueza ou dificuldade para levantar o braço, pentear o cabelo, alcançar o cinto de segurança ou levar a mão às costas.
  • Perda progressiva de amplitude, com o ombro travando em certas direções.
  • Sensação de instabilidade, de que o ombro escapa ou sai do lugar, sobretudo após um episódio de luxação.
  • Estalos com dor ou travamentos durante o movimento.
  • Dor no cotovelo ao apertar a mão, girar uma chave, carregar sacola, usar o mouse ou praticar esportes de raquete.
  • Dor que piora ou reaparece após a atividade física, especialmente em modalidades com movimento repetido acima da cabeça.

Causas mais comuns de dor no ombro e no cotovelo

Dor no ombro não é um diagnóstico, e sim um sintoma. A mesma queixa pode corresponder a tendinopatia do manguito rotador, ruptura parcial ou completa de um tendão, bursite subacromial, tendinite calcária, capsulite adesiva inicial, artrose acromioclavicular ou até dor referida da coluna cervical. No cotovelo, a origem mais frequente é a sobrecarga dos tendões que se inserem no epicôndilo, causando epicondilite (cotovelo de tenista) ou epitrocleíte (cotovelo de golfista).

Entre os fatores que favorecem essas condições estão a degeneração natural dos tendões a partir dos 40 anos, o trabalho ou o esporte com movimentos repetidos acima da cabeça, o aumento súbito de carga na academia, o trauma agudo, o tabagismo, o diabetes e a fraqueza da musculatura da escápula, que desorganiza o ritmo do movimento do ombro.

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Como é feito o diagnóstico

O diagnóstico segue uma ordem, do mais simples para o mais complexo, para evitar exames desnecessários e achados que confundem a conduta.

Histórico clínico e exame físico

A consulta começa com a história completa, incluindo início e evolução dos sintomas, fatores que pioram e melhoram, impacto no sono, profissão, ergonomia, esporte praticado, lesões prévias e doenças associadas. O exame físico é dirigido: medida de amplitude ativa e passiva, testes de força de cada tendão do manguito, testes de impacto, testes de instabilidade e de lesão labral, avaliação da articulação acromioclavicular e da coluna cervical.

Ultrassonografia no consultório

A ultrassonografia musculoesquelética é um exame dinâmico, em tempo real, que avalia tendões, bursas e a integridade do manguito rotador durante o movimento. É segura, indolor, sem radiação, e no consultório do Dr. Guilherme Alarcon serve tanto para diagnóstico quanto para guiar procedimentos com precisão.

Radiografia e ressonância magnética

A radiografia avalia osso, calcificações, artrose e o formato do acrômio. A ressonância detalha tendões, cartilagem e lábio glenoidal e é indicada para planejar cirurgia ou esclarecer casos duvidosos. Achados de imagem, como uma ruptura parcial ou uma tendinopatia, são comuns em pessoas sem dor, por isso o que define a conduta é a correspondência entre o achado e o exame físico.

Tratamentos oferecidos

O tratamento é escolhido conforme o diagnóstico, o estágio, a idade, a demanda funcional e a resposta às etapas anteriores. As opções, em geral nesta ordem, são:

AbordagemQuando costuma ser indicada
Reabilitação orientada e ajuste de cargaMaioria das tendinopatias, rupturas parciais, bursite, capsulite, epicondilite
Infiltração guiada por ultrassomDor que impede a progressão da fisioterapia, fase dolorosa da capsulite, crise da tendinite calcária
Bloqueio de nervo periférico guiado por ultrassomDor intensa que não responde a analgésicos, início da reabilitação, pós-operatório
ArtroscopiaRupturas completas traumáticas em jovens, lesões que não respondem ao tratamento conservador, instabilidade recidivante

Investigação clínica aprofundada: por que a dor no ombro exige um olhar amplo

Nem toda dor no ombro tem origem no ombro, e nem toda tendinopatia é apenas mecânica. Uma avaliação completa considera fatores que influenciam o surgimento, a intensidade e a resposta ao tratamento:

  • Histórico clínico detalhado: mecanismo, padrão da dor, resultado de tratamentos anteriores.
  • Exames laboratoriais e hormonais: glicemia e hemoglobina glicada, função da tireoide, vitamina D, perfil lipídico e ácido úrico, quando a história sugere. Diabetes e doenças da tireoide se associam a capsulite adesiva e a pior cicatrização.
  • Fatores metabólicos: sobrepeso, dislipidemia e hiperuricemia se relacionam a tendinopatias.
  • Sono: a dor noturna fragmenta o sono, e a privação de sono aumenta a percepção de dor e reduz a recuperação tecidual, um ciclo que precisa ser interrompido.
  • Saúde mental: ansiedade, depressão e estresse elevado modulam a dor e a adesão à reabilitação.
  • Uso de medicamentos: corticoides sistêmicos, antibióticos da classe das fluoroquinolonas, estatinas e inibidores de aromatase têm efeito sobre tendões e devem ser informados.
  • Estilo de vida: tabagismo compromete a cicatrização do tendão, e o excesso de carga de treino sem progressão adequada é causa frequente de tendinopatia.
  • Trabalho e relação com a atividade física: profissões com esforço acima da cabeça e a importância do esporte na rotina orientam metas realistas de retorno.

Sinais de alerta e riscos da automedicação

Procure atendimento imediato em caso de trauma de alta energia com deformidade ou incapacidade total de mover o braço, perda de força súbita em todo o membro, dormência persistente na mão, febre com vermelhidão e calor sobre a articulação, ou dor no ombro esquerdo associada a dor no peito, falta de ar e sudorese.

O uso prolongado de anti-inflamatórios sem orientação tem risco de lesão gástrica, sangramento digestivo, elevação da pressão arterial e comprometimento renal, além de mascarar a dor e levar o paciente a sobrecarregar ainda mais o tendão. Infiltrações de corticoide repetidas no mesmo tendão aumentam o risco de fragilização e ruptura. Imobilizar o ombro por semanas até a dor passar é uma das principais causas de ombro congelado secundário.

A cirurgia também tem limites: o reparo do manguito depende da qualidade do tendão e do músculo, e em rupturas muito retraídas com degeneração gordurosa avançada pode não haver benefício. Achado de imagem não é indicação cirúrgica isolada.

Quando procurar o Dr. Guilherme Alarcon em São Paulo

Considere agendar uma avaliação se você tem dor persistente no ombro ou no cotovelo, dor noturna, fraqueza para levantar o braço, perda de movimento, sensação de instabilidade, dor após a atividade esportiva ou um diagnóstico prévio sem melhora com o tratamento até aqui. Uma segunda opinião antes de decidir por uma cirurgia também é bem-vinda.

O consultório fica na Conduci Clínica Multidisciplinar, Rua Bacaetava, 191, Vila Gertrudes, São Paulo, com estrutura para consulta, ultrassonografia e procedimentos guiados por ultrassom no mesmo local. A localização facilita o acesso de quem está no Brooklin, Berrini, Santo Amaro, Morumbi, Campo Belo, Chácara Santo Antônio, Vila Olímpia e Itaim Bibi. Há também atendimento por telemedicina para pacientes de outras cidades.

Perguntas frequentes

Qual a diferença entre ortopedista geral e especialista em ombro e cotovelo?

O ortopedista geral trata todo o sistema musculoesquelético. O especialista em ombro e cotovelo tem subespecialização focada nessas articulações, o que se traduz em exame físico mais preciso, indicação de ressonância e ultrassom mais dirigida e maior experiência no manejo de lesões do manguito rotador, instabilidade, capsulite, tendinite calcária e patologias do cotovelo, tanto no tratamento conservador quanto cirúrgico.

Quando devo procurar um ortopedista de ombro em São Paulo?

Procure avaliação quando houver dor persistente por mais de duas a três semanas sem melhora, dor noturna que atrapalha o sono, fraqueza ou dificuldade para levantar o braço, perda de amplitude de movimento, sensação de instabilidade, estalos com dor, dor após atividade esportiva ou histórico de luxação ou trauma. Quanto mais cedo o diagnóstico correto, maior a chance de resolver sem cirurgia.

O Dr. Guilherme Alarcon atende por convênio?

Não. O atendimento é particular, o que permite consultas estendidas de uma hora a uma hora e meia, tempo para exame físico e ultrassonografia no consultório e um plano de tratamento individualizado. É possível emitir recibo e relatório para solicitação de reembolso conforme as regras do seu plano.

Onde fica o consultório e quais regiões de São Paulo são atendidas?

O consultório fica na Rua Bacaetava, 191, Conduci Clínica Multidisciplinar, Vila Gertrudes, São Paulo, próximo ao Shopping Morumbi, com estacionamento. Atende com facilidade pacientes do Brooklin, Berrini, Santo Amaro, Morumbi, Campo Belo, Chácara Santo Antônio, Vila Olímpia e Itaim Bibi, além de telemedicina para outras cidades.

Preciso levar exames na primeira consulta?

Se você já tem radiografias, ultrassom ou ressonância do ombro ou do cotovelo, leve os arquivos e laudos. Eles ajudam a avaliação, mas não são obrigatórios: quando indicado, a ultrassonografia é feita no próprio consultório durante a consulta.

Fontes e referências

Dr. Guilherme Alarcon, Formação e Credenciais

O Dr. Guilherme Trigueiro Alarcon é médico ortopedista e traumatologista, com subespecialização em Cirurgia do Ombro e Cotovelo e pós-graduação em Medicina do Exercício e do Esporte. Atende de forma particular na Vila Gertrudes, Zona Sul de São Paulo, com foco em dor, lesão e retorno seguro à atividade física.

  • Graduação em Medicina pela UNICID.
  • Especialista em Ortopedia e Traumatologia, CRM 200504 SP | RQE 120422.
  • Subespecialização em Cirurgia do Ombro e Cotovelo pelo Hospital IFOR.
  • Pós-graduação em Medicina do Exercício e do Esporte pelo Instituto VITA.
  • Membro titular da SBOT e da SBCOC.
  • Autor de publicação científica sobre transferência do tendão do trapézio inferior no manguito rotador.

Todo o conteúdo desta página foi revisado e aprovado pelo Dr. Guilherme Alarcon. As informações têm finalidade educativa e não substituem uma avaliação médica individualizada.

As informações desta página têm finalidade educativa e não substituem consulta médica, diagnóstico individualizado ou atendimento de urgência e emergência. Se você tem dor, limitação de movimento ou perda de força no ombro ou no cotovelo, procure um médico ortopedista para avaliação presencial. Em caso de trauma grave, perda súbita de força, dormência persistente, sinais de infecção na articulação ou dor torácica associada, procure atendimento médico imediato em um pronto-socorro.

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