A dor no ombro e no cotovelo é frequentemente adiada, tratada com analgésico por conta própria ou atribuída a esforço e idade. Na maioria das vezes, existe uma causa identificável e um tratamento com boa resposta quando iniciado no momento certo. Deve-se procurar um ortopedista de ombro e cotovelo quando a dor persiste por mais de duas a três semanas, quando atrapalha o sono, quando há fraqueza para levantar o braço, perda de movimento, sensação de instabilidade, estalos com dor, dor após atividade esportiva ou histórico de luxação e trauma. Algumas situações são urgência e exigem pronto-socorro. Em São Paulo, o Dr. Guilherme Alarcon avalia esses quadros na Vila Gertrudes.
Por que não adiar a avaliação
O ombro e o cotovelo respondem bem ao tratamento quando ele começa no momento certo. Uma tendinopatia tratada cedo, com correção da causa, costuma se resolver sem cirurgia. A mesma tendinopatia ignorada por meses pode evoluir para uma ruptura, que já tem uma janela mais estreita para um bom reparo. Adiar a avaliação de uma instabilidade recidivante permite que a perda óssea aumente. Adiar o tratamento de uma capsulite na fase dolorosa prolonga o tempo de dor. Em quase todos os cenários, avaliar cedo melhora o resultado.
Sinais que indicam procurar um ortopedista de ombro e cotovelo
- Dor persistente por mais de duas a três semanas sem melhora com repouso relativo.
- Dor noturna que atrapalha o sono, principalmente ao deitar sobre o ombro.
- Fraqueza ou dificuldade para levantar o braço, pentear o cabelo ou levar a mão às costas.
- Perda progressiva de movimento, com o ombro travando em certas direções.
- Sensação de instabilidade, de que o ombro escapa ou sai do lugar.
- Estalos com dor ou travamentos durante o movimento.
- Dor no cotovelo ao apertar a mão, carregar peso ou usar o computador.
- Dor após a atividade esportiva que reaparece a cada treino, ou queda de rendimento no gesto.
- Formigamento na mão associado à dor no cotovelo, que sugere compressão de nervo.
- Histórico de luxação ou trauma do ombro.
O que é urgência de pronto-socorro
- Trauma de alta energia com dor intensa, deformidade evidente ou incapacidade total de mover o braço.
- Deformidade visível do ombro após queda ou torção.
- Perda de força súbita e importante em todo o braço, ou dormência e formigamento persistentes na mão.
- Palidez, frialdade ou ausência de pulso no braço ou na mão após trauma.
- Febre com vermelhidão, calor e dor que piora rapidamente sobre a articulação.
- Dor no ombro esquerdo associada a dor no peito, falta de ar, sudorese ou mal-estar.
Consultório ou pronto-socorro: onde procurar
| Situação | Onde procurar | Em quanto tempo |
|---|---|---|
| Dor persistente ou noturna, fraqueza, perda progressiva de movimento, sensação de instabilidade, estalos com dor, formigamento na mão ou histórico de luxação | Consulta com ortopedista de ombro e cotovelo | Depois de duas a três semanas sem melhora com repouso relativo, ou antes disso se houver histórico de trauma |
| Trauma de alta energia, deformidade visível, perda súbita e importante de força, palidez ou frialdade da mão, febre com vermelhidão e calor sobre a articulação, ou dor no ombro esquerdo com dor no peito e falta de ar | Pronto-socorro | Imediato, sem esperar |
Reconheceu algum desses sinais? Agende uma avaliação com um especialista em ombro e cotovelo em São Paulo.
Agendar pelo WhatsAppComo é a primeira consulta
A primeira consulta dura de uma hora a uma hora e meia. Ela inclui o histórico completo da dor, dos gestos que a provocam, do impacto no sono e no trabalho, e do histórico de trauma e de doenças associadas. O exame físico testa a força de cada tendão do manguito, os sinais de conflito, a amplitude passiva, a articulação acromioclavicular, o cotovelo e a coluna cervical. Quando indicada, a ultrassonografia é feita no próprio consultório. Ao final, o diagnóstico é explicado com clareza, junto das opções de tratamento.
Investigação clínica aprofundada
A avaliação vai além do ombro e considera fatores que influenciam a dor e a recuperação:
- Histórico clínico: mecanismo, evolução, tratamentos anteriores e comorbidades.
- Exames laboratoriais e hormonais: glicemia, hemoglobina glicada, função da tireoide e vitamina D quando a história sugere, pela associação com capsulite e tendinopatias.
- Fatores metabólicos: sobrepeso e dislipidemia.
- Sono: a dor noturna que fragmenta o sono precisa de controle ativo, porque a privação de sono amplifica a dor.
- Saúde mental: ansiedade, depressão e medo do movimento reduzem a adesão ao tratamento.
- Uso de medicamentos: corticoide, fluoroquinolonas e estatinas afetam os tendões.
- Estilo de vida, trabalho e relação com o esporte: tabagismo, ergonomia, carga de treino e o significado da atividade física na rotina, para definir metas realistas.
Riscos da espera e da automedicação
Tratar a dor no ombro apenas com anti-inflamatório por semanas, sem diagnóstico, tem risco gástrico, renal e cardiovascular e apenas adia a investigação. Infiltrar o ombro sem diagnóstico ou repetir corticoide no mesmo tendão fragiliza o tecido. Imobilizar o ombro por semanas até a dor passar favorece o ombro congelado. E adiar a avaliação de uma ruptura traumática em paciente jovem pode reduzir a chance de um bom reparo. Em quase todas as situações, a avaliação precoce protege a articulação.
Quando procurar o Dr. Guilherme Alarcon
Agende uma avaliação se você reconhece um ou mais dos sinais acima, ou se já tem um diagnóstico e quer uma segunda opinião antes de decidir por um tratamento ou por uma cirurgia. O consultório fica na Vila Gertrudes, São Paulo, com ultrassonografia no local e fácil acesso pela Zona Sul.
